

Considerando que o talento é instável, prossegue o raciocínio, os administradores precisam contratar funcionários talentosos capazes de acelerar rápido, para que possam começar a contribuir com a empresa. Um cenário alternativo afirma que as empresas devem atrair estrelas e retê-las.


Uma crônica, reproduzida do Wall Street Journal, retrata a pressão do tempo, as demandas de desempenho e a exposição pública que caracterizam a vida de um analista de investimentos classificado.


O desempenho de qualquer trabalhador é claramente composto por um misto de capacidades inatas, adquiridas e organizacionais. Contudo, quando tanta vantagem estratégica pode ser obtida facilmente, a questão sobre como o desempenho das estrelas difere do meramente competente é de grande interesse.


Ao analisar as carreiras e entrevistar profissionais de bancos de investimentos de Wall Street, Boris Groysberg, professor em Harvard, concluiu que profissionais-estrela, que fazem a diferença dentro de uma organização, sofrem um declínio imediato em sua performance quando mudam de empresa.


Allan Cohen, co-autor do livro Influência sem Autoridade, gravou um vídeo bem interessante para quem deseja aprofundar seu conhecimento de como influenciar pessoas. Ele apresenta um pequeno modelo de como praticar a influência. Confira!

